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História e linha do tempo da Energia Eólica

  • Foto do escritor: Monique Borges
    Monique Borges
  • 19 de jul. de 2023
  • 2 min de leitura

Uma matriz limpa, durável e com tecnologia para a produção.



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A história da energia eólica, tal como a conhecemos hoje, para a geração de energia iniciou muito antes da descoberta da energia elétrica, essa que tem o prelúdio atribuído a Thomas Edson, o qual em 1879, quando conseguiu produzir eletricidade ou iluminação durável, ao usar um filamento de carbono dentro de uma ampola de vidro.


Para utilização na matriz eólica, os registros são da utilização de moinhos de ventos. Para muitos autores não há uma data e local preciso para a criação, pois diversos povos utilizam, mas alguns atribuem a criação a partir de 1430 na Europa medieval.


Durante esse período os moinhos tinham muito destaque para a produção, drenagem de água e moer grãos, porém, após a criação da máquina a vapor, esses começaram a perder espaço, devido a facilidade para a produção de energia cinética, já que para os moinhos funcionarem era preciso de fatores exógenos, como o vento, enquanto as máquinas à vapor precisam da madeira o que a qualquer momento poderia ser encontrado para produzir energia, isso no século XIX.


Embora os moinhos tenham perdido espaço eles não desapareceram, visto que entre os anos de 1900 até o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) houve um aumento na pesquisa de energia eólica, tal fato foi incentivado pela utilização de moinhos para conversão em eletricidade em 1888 pelo inventor Norte Americano Charles Francis Brush, esse que alimentou um gerador com a utilização de energia eólica.


Posteriormente em 1890 o inventor dinamarquês Poul la Cour criou um aerogerador para a produção de energia eólica.


Em 1920 algumas empresas iniciaram a venda de aerogeradores, e um tempo depois, em 1956, a produção de energia foi influenciada pela criação de aerogeradores com três pás por Johannes Juul, antigo aluno de Poul la Cour.


A consolidação da energia eólica como possibilidade de somar a matriz enérgica de um local ocorreu na década de 1970, quando a crise do petróleo demonstrou o risco de haver diversidade na matriz , o que levou a investimentos em fontes alternativas.


E anos depois soma-se a esses fatores o acidente de Chernobyl em 26 de abril de 1986 que ratificou os perigos da produção da energia nuclear e os riscos da concentração em fontes fósseis.


Diante de tais fatos, a energia eólica ganhou muito espaço e grandes investimentos em tanto na geração offshore quanto onshore, principalmente, a partir da década de 1990, com destaque para a Alemanha inicialmente.


Paralelo a esses fatores, os aerogeradores ganhavam pás cada vez maiores, o que é diretamente proporcional ao aumento da capacidade de produção de energia pelo aerogerador.


No Brasil, além das crises citadas, os apagões de 2001 estimularam a criação de programas como PROINFA (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia) e PROEÓLICA (Programa Emergencial de Energia Eólica), mas apenas o primeiro obteve resultados favoráveis.


Posteriormente houve o primeiro leilão para a produção de energia eólica em 2009. Atualmente, a energia eólica é a segunda maior fonte do Brasil com 619 usinas instaladas, sendo que mais 500 estão no Nordeste do Brasil; 15,4 GW de capacidade instalada e possibilita a redução de 28.000.000 de CO2(T/ano).




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